Estreitado em quase Zero Horas do dia seguinte, demonstro aqui nestas linhas traçadas um sentimento apertado e sobrevivido em VINTE E TRÊS (23) horas deste dia passante…

Seria um descaso total, respirar um dia desses em vão (1º de maio, dia do trabalho, onde um dos maiores trabalhadores brasileiros faleceu), sem lembrar um dos ídolos e impulsionadores de empreendedores mundo afora: Ayrton Senna (do Brasil).

Escrevi há algum tempo que as Curvas nunca são feitas com Maestria. Esse paralelo é devido à construção humanitária homem – mulher. Não conseguimos, em todas as conversas que consegui absorver nesses últimos VINTE E SETE (27) anos, exemplificar o que Não Se Fazer, o que Não Confrontar, se pude resumir em poucas palavras.

São Egoísmos puros, Vaidades, críticas destrutivas (pois as construtivas devemos usufruir destas), e Vontades. Vontade de melhorar, de auxiliar, de abraçar uma ideia jamais comunicada ou exigida perante um Clero Sacerdotal. Expelindo Dogmas e Filosofias, consigo talvez exemplificar o que podemos fazer em certos momentos errantes de nossas próprias Vidas. Um “Déjà vu” nos surpreende! E não venha me dizer que nunca sentiu esse momento. Pois ele é proprietário do Ser Humano!

Busque, portanto, seu melhor momento vivido. Encruste-o em sua cabeça dura. Resolva as proporções antes, pois não conseguirás resolvê-las. Tendes problemas? Sim, todos temos problemas. Um copo de água é o suficiente para te afogar? Troque por uma piscina pequena. Ela também não lhe afogou? Troque pelo Mar!

Enquanto a Vaidade Humana (desconheço esse adjetivo em outros animais racionais) persistir em encontrar situações difusas, a fim de dilacerar o momento único e talvez até sobrevivente – leia-se aqui o que Ayrton Senna não teve, a oportunidade de Sobreviver (Permanecer vivo apesar de algo; continuar vivendo depois de uma situação desastrosa: eles sobreviveram ao acidente; a cidade sobrevive à violência; depois da tragédia os animais sobrevivem. – Fonte: https://www.dicio.com.br/sobreviver/). Esse Universo, ainda conhecemos, pois continuamos respirando, Curva a Curva resvaladas, desastrosas e, talvez, decisivas!

Em algum instante, eu quis viver A Sua Vida! Eu desisti da minha própria, eu queria respirar setores jamais inflamados por carbonos desvairados. Porém, aonde conseguirei estes Setores? Vai Saber….

Vai Saber é uma obra iniciada em meados de 1995 por Guilherme Oliveira Magalhães que, após estes longos anos, ainda sonha com o término dela. A crônica descrita pode ser copiada desde que citado o autor e, portanto, contatando-o através do email magalhaes.guioliveira@gmail.com

• Crônica  escrita em  de maio de 2017 (Ayrton Senna In Memoriam)

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