Em perfeitas vinte e três horas e um minuto deste dia invernal, venho aqui detalhar o motivo principal da batida incessante do nosso Músculo Supremo: O Sentido que ele direciona a sua vida.

Deveras importante lembrar que, esses batimentos despertam emoções adormecidas. Talvez por décadas. É o instante certo de entender qual Sentido tomaremos, caso a pulsação abrupta tome conta dele… É um dever momentâneo, entre você e família, que o Sentido trilhará este caminho de ardor, vivacidade e ternura. Chega ao ponto de sobreviver diante de vários trajetos obscuros. São instantes perpendiculares que clamam a vossa atenção.

É o prazer de olhar além do que teus olhos conseguem enxergar. Essa projeção é descrita incessantemente através do teu Músculo Supremo. Ele combate as asperezas, desejando polir os instantes para que, em breve, você viva um pouco mais feliz. Aí cabe a você, aproveitar desse momento mágico, quase atordoante, para almejar a cumplicidade externa de outro batimento similar… E você consegue ouvir, e até, às vezes, enxergar esses batimentos! São as Muralhas Platinadas derretendo em razão de todos os envolvidos que o cercam! Esse momento único de capacidade literal, aproveitará da sua personalidade a fim de separar o prazer embutido nas ações e reações de várias tentativas terrestres em abraçar por completo a vontade ilustre da pessoa amada…

Esse abraço estende por Universos vencidos na luta diária de nossos momentos circunstanciais. É um trajeto com retorno, porém, na obediência Celestial enxergamos os atalhos precisos que, porventura venham a aparecer nas caminhadas existidas. E é importante frisar a certeza incessante de todos os DOIS (2) corpos envolvidos, em raros segundos de observação, Sentido e prazer. Esse último, que dure sempre!

Mas o Sentido da vida, lhe é explicado? É absorvido ou devolvido em montantes caprichados, Justos e Perfeitos? Vai Saber…

• Vai Saber é uma obra de Guilherme Oliveira Magalhães. A crônica descrita pode ser copiada desde que citado o autor e, portanto, contatando-o através do email magalhaes.guioliveira@gmail.com

• Crônica  escrita em 03 de julho de 2016